rhatto: movimentos sociais*

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  1. Em maio de 2014, a CIDH condenou o Estado chileno. A corte invocou os parâmetros definidos pelo relator especial sobre a Promoção e Proteção dos Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais na Luta contra o Terrorismo, Martín Scheinin, autor das “Dez esferas de melhores práticas na luta contra o terrorismo”. Scheinin vincula o ato terrorista necessariamente à “manutenção intencional de reféns” ou à intenção de “causar morte ou lesões corporais graves a uma ou mais pessoas ou parcelas da população” e o uso da violência contra pessoas para gerar “efeito moral” em parcelas da população. O ato terrorista, nessa definição, destina-se a “provocar um estado de terror na população ou em partes dela” feito com a intenção de “obrigar o governo ou alguma organização internacional a fazer algo ou deixar de fazê-lo”.

    A corte entendeu que os protestos dos mapuches não eram passíveis de ser enquadrados como terroristas pois não atentaram contra a integridade física de ninguém, um parâmetro essencial da definição de Scheinin. “Em nenhum dos fatos pelos quais os líderes mapuches » foram julgados relativos a incêndio de prédio florestal, ameaça de incêndio e queima de um caminhão de uma empresa privada » resultou afetada a integridade física ou a vida de nenhuma pessoa”, diz a decisão da corte. A CIDH determinou ao Estado chileno que as sentenças proferidas fossem anuladas e as lideranças mapuches, indenizadas. Determinou também que o Chile revisasse sua legislação antiterrorista
    https://apublica.org/2018/12/na-mira-...ao-motor-da-reforma-agraria-no-brasil
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    https://theintercept.com/2018/11/07/lei-antiterrorismo
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    https://www.cartamaior.com.br/?/Edito...naturas-para-votacao-urgente/47/39633
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    https://www.sul21.com.br/jornal/opera...-culturais-como-organizacao-criminosa
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  5. "A Isabelle Stengers propõe a noção de “tecnologia” em contraposição à ideia de “verdade”. É uma distinção ética baseada no postulado de que a “tecnologia” possui um “senso de responsabilidade” do qual a “verdade” sempre escapa. A verdade dos programas, a verdade de uma esquerda que se pensa pura. Ou seja, precisamos elaborar e organizar nossas tecnologias de fazer mundos, de possibilitar modos de vida dissidentes e é isso que vai nos implicar, criar pertencimentos. É o problema da infraestrutura, não podemos deixá-lo escapar. Os governantes querem nos convencer que eles têm o monopólio técnico e especializado de resolver nossos problemas. Por fim, tem o tema urgente da militarização, da repressão, da polícia. Os 18 jovens que estão sendo agora criminalizados por terem feito uma reunião. Intervenções militares em Vitória, no Rio de Janeiro. Isso tudo é muito grave e precisamos nos proteger. Isso nos exige uma contra cartografia de como age o poder hoje, os monopólios, as forças policiais. Não podemos ser ingênuos."
    http://www.ihu.unisinos.br/572943-nao...-entrevista-especial-com-alana-moraes
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    https://urucum.milharal.org/2017/04/24/a-periferia-contra-o-estado
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    https://www.youtube.com/watch?v=UpPiYL9bDiE
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    https://www.youtube.com/watch?v=18ao1F7lz8A
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  9. “Eu concluí há pouco um mestrado com esse tema. Como em ocupações de terra as pessoas estabelecem vínculos que permitem que elas deem saltos subjetivos, é muito frequente você ouvir relatos de pessoas que estavam em sofrimento psíquico atroz e que, vindo para as ocupações, criaram um círculo de relações sociais, um espaço de reconhecimento, um resgate de autoestima de gente que estava pisada, humilhada por essa máquina de moer carne que é a vida urbana. Hoje as pessoas estão em multidão, mas sozinhas. E as histórias familiares são dramáticas para as pessoas pobres no país. São crivadas de sofrimento, às vezes de abusos, as das mulheres em especial. E claro que a ocupação não é o paraíso na terra, mas é um lugar em que se pode construir um espaço de convivência. Isso tem muito a ver com a psicanálise.”
    http://apublica.org/2017/02/o-psicanalista-das-massas
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  10. Na madrugada de segunda-feira, dia 23, três ativistas foram presos enquanto faziam um stencil do Cauê - mascote dos jogos panamericanos - com um fuzil nas mãos, no muro do colégio Pedro II, centro do Rio de Janeiro. Os três foram autuados pelo delegado Ricardo Dominguez Pereira, titular da 4ª DP (Central do Brasil), como crime contra o meio ambiente e apologia ao crime. Um dos ativistas é estrangeiro e pode ser deportado.

    A imagem de Cauê armado é de autoria do ''cartunista Latuff''. Ele foi ''intimado'', sob a acusação de ''apropriação da imagem oficial do PAN'', pela delegada Valéria de Aragão Sádio, a comparecer nesta quinta-feira, dia 26, na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial. Esta delegacia foi criada através do Decreto Lei n° 33.535, de 7 de julho de 2003, com o objetivo de proteger o Copyright (propriedade intelectual).

    Enquanto se gasta quantias absurdas com um evento esportivo internacional, a repressão policial atua de forma brutal em comunidades pobres nas favelas. Além disso, na tentativa de desqualificar os protestos contra os jogos e a violência, o governo estadual e municipal, a polícia e os meios de comunicação corporativos, têm se esforçado para que a opinião pública acredite que os movimentos que se opõem ao PAN não passam de grupos fazendo apologia ao crime.
    http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/07/388979.shtml
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